
Já é consenso entre os mestres da literatura: escrever é a arte de cortar palavras.
Quando faço um texto, tenho o hábito de relê-lo e editá-lo ao menos duas vezes. Quem é jornalista ou redator sabe. Por mais que seu editor tenha dado aquele espacinho do jornal pra você, ah, meu amigo, se você tem um material espetacular, conversou com fontes magníficas, fez uma pesquisa gigantesca e ainda por cima é apaixonado pelo assunto, certamente terá um trabalhinho de redução pela frente. E, ao contrário do que muita gente pensa, editar não é só deixar o texto mais curtinho e sair por aí cortando qualquer parágrafo. Editar é cortar as palavras CERTAS, é saber priorizar a informação, é identificar o lead correto, adequá-lo ao público-alvo ou à política editorial do jornal. Editar é deixar o texto leve, é se colocar no lugar de quem está lendo e pensar se aquela pessoa entenderá aquele “monte de palavras” ou se aquilo se resumirá, apenas, a “um monte de palavras”.
Que fique claro. Não estamos falando em perfeição. Sabemos do ritmo alucinante das redações. Falamos, sim, no mínimo de coesão e carinho por aquilo que redigimos.
Espero que o Cortando Palavras faça de você e do receptor da sua mensagem pessoas felizes e com menos dúvidas.
E um VIVA à clareza dos textos!
Quando faço um texto, tenho o hábito de relê-lo e editá-lo ao menos duas vezes. Quem é jornalista ou redator sabe. Por mais que seu editor tenha dado aquele espacinho do jornal pra você, ah, meu amigo, se você tem um material espetacular, conversou com fontes magníficas, fez uma pesquisa gigantesca e ainda por cima é apaixonado pelo assunto, certamente terá um trabalhinho de redução pela frente. E, ao contrário do que muita gente pensa, editar não é só deixar o texto mais curtinho e sair por aí cortando qualquer parágrafo. Editar é cortar as palavras CERTAS, é saber priorizar a informação, é identificar o lead correto, adequá-lo ao público-alvo ou à política editorial do jornal. Editar é deixar o texto leve, é se colocar no lugar de quem está lendo e pensar se aquela pessoa entenderá aquele “monte de palavras” ou se aquilo se resumirá, apenas, a “um monte de palavras”.
Que fique claro. Não estamos falando em perfeição. Sabemos do ritmo alucinante das redações. Falamos, sim, no mínimo de coesão e carinho por aquilo que redigimos.
Espero que o Cortando Palavras faça de você e do receptor da sua mensagem pessoas felizes e com menos dúvidas.
E um VIVA à clareza dos textos!
Fonte: Bibliotecário de Babel.

Nenhum comentário:
Postar um comentário